sexta-feira, 31 de julho de 2009
Sobre a importância do Batismo
DOM AGUER, O BATISMO E A GRAÇA DA SALVAÇÃO
É uma falta de amor dos pais não batizar as crianças, adverte Dom Aguer
Dom Hector Aguer, Arcebispo de La Plata, Argentina.
É uma falta de amor dos pais não batizar as crianças, adverte Dom Aguer
Dom Hector Aguer, Arcebispo de La Plata, Argentina.
Buenos Aires, 08 Jul. 09 / 04:25 am (ACI).- O Arcebispo de La Prata, Dom. Héctor Aguer, exortou os pais a não caírem no engano e no pecado de negar os seus filhos pequenos de receberem a Deus no Batismo, sob o falso argumento de deixar que eles decidam quando forem grandes se serão ou não cristãos."Isto não é só um engano, mas sim me atrevo a dizer que é também um pecado, uma falta de piedade e de amor para com o filho ao qual dedicam tantos cuidados e privam do maior dos dons: privam-no de Deus", expressou o Prelado durante o programa Chaves para um Mundo Melhor.
Dom Aguer disse que este engano "registra-se inclusive entre pessoas bem formadas" e "é totalmente contrário ao ensinamento e à disciplina da Igreja". "Se esses pais forem realmente católicos e vivem sua fé: que melhor podem desejar para seus filhos que o dom inestimável da graça divina?", perguntou.
O Arcebispo de La Plata qualificou de "curioso" que digam que preferem que seus filhos decidam sua fé quando sejam adultos, quando "esses mesmos pais, aparentemente tão respeitosos da liberdade de seus filhos, impõem-lhes toda classe de condicionamentos e determinações em outros campos da educação", como gostos, estilos, e inclusive, de que clube de futebol devem ser simpatizantes. "Impõem-lhes montões de coisas, mas os privam do dom da fé e da graça de Deus durante os anos decisivos nos que se configura a personalidade", advertiu.
O Prelado destacou que na Argentina ainda se conserva o valor do Batismo. Entretanto, assinalou que junto à dificuldade de pospor este sacramento para a adultez, existem outras como a cada vez mais freqüente eleição de nomes pagãos, aborígenes e inclusive extravagantes, em prejuízo dos nomes cristãos.
Dom Aguer assinalou que também se estão dando os casos "de pais que ainda apreciando o Batismo não têm uma consciência clara do compromisso que eles mesmos estão assumindo. Porque ao transmitir-lhes aos seus filhos a vida da fé estão comprometendo-se a educá-los nessa mesma fé".
O Arcebispo pediu aos argentinos não fazerem do Batismo uma mera "espécie de arrasto cultural, mas que sim seja uma convicção certa de que é um presente de Deus que implica o compromisso de consciência dos pais para educar cristãmente a seus filhos".
"O Batismo das crianças é algo muito belo porque é ali quando se manifesta com maior plenitude a pura gratuidade da graça da salvação, que nos faz filhos de Deus. A criança recebe essa graça como um presente total", afirmou.
Extraído do blog: http://www.advhaereses.blogspot.com/
Viva Santo Inácio
Seria necessário um post gigantesco para falar de Santo Inácio e ainda assim não seria suficiente. Lembro bem de quando ainda era protestante, do imenso fascínio que me causava a figura de Inácio. No desenrolar de minha conversão, foi a primeira biografia de santo que eu li. Fiquei maravilhado, me apaixonei completamente e creio firmemente que lá da Visão Beatífica ele me ajudou muito neste tão doloroso e difícil processo que durou pelo menos uns 3 anos.
Amo Santo Inácio, amarei sempre. Grande defensor da fé católica, grande homem de Deus!
Santo Inácio de Loyola, Rogai por nós!!
Uma boa dica para quem quer conhecer melhor:http://www.tlcsaojoao.kit.net/inacio/santo_inacio.htm
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Lindas palavras de S. João Maria Vianney
Misericórdia e sacramento do perdão
Se compreendêssemos bem o que significa ser filho de Deus, não poderíamos fazer o mal [...]; ser filho de Deus, oh, que bela dignidade!
A misericórdia de Deus é como um rio que transbordou. Ao passar, arrebata os corações.
Não é o pecador que retorna a Deus para lhe pedir perdão, é Deus que corre atrás do pecador e o faz voltar para Ele.
Demos, portanto, esta alegria a esse Pai tão bom: voltemos a Ele... e seremos felizes.
O bom Deus está sempre disposto a nos receber. Sua paciência nos espera!
Há quem volte ao Pai Eterno um coração duro. Oh, como essas pessoas se enganam! O Pai Eterno, para desarmar sua justiça, deu a seu Filho um coração excessivamente bom: não damos o que não temos...
Há quem diga: “Agi mal demais; Deus não pode me perdoar”. Trata-se de uma grande blasfêmia. Equivale a impor um limite à misericórdia de Deus, que não tem limites: é infinita.
Nossos erros são grãozinhos de areia em comparação com a grande montanha da misericórdia de Deus.
Quando o sacerdote dá a absolvição, precisamos pensar apenas numa coisa: que o sangue do bom Deus se derrama sobre nossa alma para lavá-la, purificá-la e torná-la bela como era depois do batismo.
O bom Deus, no momento da absolvição, joga nossos pecados para trás das costas, ou seja, esquece-os, apaga-os: não reaparecerão nunca mais.
Já não há o que falar dos pecados perdoados. Foram apagados, não existem mais!
Se compreendêssemos bem o que significa ser filho de Deus, não poderíamos fazer o mal [...]; ser filho de Deus, oh, que bela dignidade!
A misericórdia de Deus é como um rio que transbordou. Ao passar, arrebata os corações.
Não é o pecador que retorna a Deus para lhe pedir perdão, é Deus que corre atrás do pecador e o faz voltar para Ele.
Demos, portanto, esta alegria a esse Pai tão bom: voltemos a Ele... e seremos felizes.
O bom Deus está sempre disposto a nos receber. Sua paciência nos espera!
Há quem volte ao Pai Eterno um coração duro. Oh, como essas pessoas se enganam! O Pai Eterno, para desarmar sua justiça, deu a seu Filho um coração excessivamente bom: não damos o que não temos...
Há quem diga: “Agi mal demais; Deus não pode me perdoar”. Trata-se de uma grande blasfêmia. Equivale a impor um limite à misericórdia de Deus, que não tem limites: é infinita.
Nossos erros são grãozinhos de areia em comparação com a grande montanha da misericórdia de Deus.
Quando o sacerdote dá a absolvição, precisamos pensar apenas numa coisa: que o sangue do bom Deus se derrama sobre nossa alma para lavá-la, purificá-la e torná-la bela como era depois do batismo.
O bom Deus, no momento da absolvição, joga nossos pecados para trás das costas, ou seja, esquece-os, apaga-os: não reaparecerão nunca mais.
Já não há o que falar dos pecados perdoados. Foram apagados, não existem mais!
São Leopoldo Mandic30 de julho (1866-1942)
Leopoldo Mandic nasceu na Dalmácia, atual Croácia, em 12 de maio de 1866. Os pais, católicos fervorosos, batizaram-no com o nome de Bogdan, que significa "dado por Deus". Desde pequeno apresentou como características a constituição física débil e o caráter forte e determinado. O mais novo de uma família numerosa, completou seus estudos primários na aldeia natal. Nessa época, a região da Dalmácia vivia um ambiente social e religioso marcado por profundas divisões entre católicos e ortodoxos. Essa situação incomodava o espírito católico do pequeno Bogdan, que decidiu dedicar sua vida à reconciliação dos cristãos Orientais com Roma. Aos dezesseis anos, ingressou na Ordem de São Francisco de Assis, em Udine, Itália, adotando o nome de Leopoldo. Foi ordenado sacerdote em Veneza, onde concluiu todos os estudos em 1890. Sua determinação era ser um missionário no Oriente e promover a unificação dos cristãos. Viajou duas vezes para lá, mas não em missão definitiva. Leopoldo foi destinado aos serviços pastorais nos conventos capuchinhos por causa da saúde precária. Ele era franzino, tinha apenas um metro e quarenta de altura e uma doença nos ossos. Com grande espírito de fé, submeteu-se à obediência de seus superiores. Iniciou, assim, o ministério do confessionário, que exerceu até a sua morte. No início, em diversos conventos do norte da Itália e, depois, em Pádua, onde se tornou "o gigante do confessionário". A cidade de Pádua é famosa por ser um centro de numerosas peregrinações. É em sua basílica que repousam os restos mortais de santo Antônio. Leopoldo dedicava quase doze horas por dia ao ministério da confissão. Para os penitentes, suas palavras eram uma fonte de perdão, luz e conforto, que os mantinham na fidelidade e amor a Cristo. Sua fama correu, e todos o solicitavam como confessor. Foi quando ele percebeu que o seu Oriente era em Pádua. E fez todo o seu apostolado ali, fechado num cubículo de madeira, durante trinta e três anos seguidos, sem tirar um só dia de férias ou de descanso. Pequenino e frágil, com artrite nas mãos e joelhos, e com câncer no esôfago, ofereceu toda a sua agonia alegremente a Deus. Frei Leopoldo Mandic morreu no dia 30 de julho de 1942, em Pádua. O seu funeral provocou um forte apelo popular e a fama de sua santidade espalhou-se, sendo beatificado em 1976. O papa João Paulo II incluiu-o no catálogo dos santos em 1983, declarando-o herói do confessionário e "apóstolo da união dos cristãos", um modelo para os que se dedicam ao ministério da reconciliação.
Fonte: www.paulinas.org.br
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Catecismo sobre a Santíssima Virgem

(S. João Maria Vianney)
O Pai compraz-se em olhar o coração da Santíssima Virgem como a obra-prima das suas mãos; ama-se sempre a própria obra, sobretudo quando é bem feita; o Filho, como o coração de sua Mãe, fonte na qual hauriu o sangue que nos reuniu; o Espírito Santo como o seu templo. Os profetas publicaram a glória de Maria antes do seu nascimento; compararam-na ao sol. De fato, a aparição da Santíssima Virgem bem pode comparar-se a um sol num dia de névoas. Antes da sua vinda, a cólera de Deus estava suspensa sobre as nossas cabeças como uma espada prestes a nos ferir. Logo que a Santíssima Virgem apareceu na terra, essa cólera foi aplacada... ela não sabia que devia ser a mão de Deus, e, quando era pequena, dizia: “Quando verei essa bela criatura que deve ser a Mãe de Deus?” A Santíssima Virgem gerou-nos duas vezes, na encarnação e ao pé da cruz: é pois duas vezes nossa mãe. Compara-se com freqüência a Santíssima Virgem a uma mãe; porquanto a melhor das mães castigas às vezes o filho que lhe dá desgosto; bate-lhe mesmo; e julga fazer bem. Mas a Santíssima Virgem não faz assim: é tão boa que nos trata sempre com amor e nunca nos castiga. O coração dessa boa Mãe é só amor e misericórdia; ela só deseja é ver-nos felizes. Basta só volvermo-nos para ela para sermos atendidos... O Filho tem a sua justiça, a Mãe tem só o seu amor. Deus amou-nos até ao ponto de morrer por nós; mas no Coração de Nosso Senhor há justiça, que é um atributo de Deus; no da Santíssima Virgem há só misericórdia... Seu Filho estava prestes a punir um pecador, maria se lança, detém o gládio, impetra graça para o pobre culpado: “Minha Mãe, diz-lhe Nosso Senhor, eu não vos posso recusar nada. Se o inferno pudesse arrepender-se, vós lhe alcançaríeis o perdão”. A Santíssima Virgem conserva-se entre o seu Filho e nós. Quanto mais pecadores somos, tanto mais compaixão e ternura ela tem por nós. O filho que mais lágrimas custou a sua mãe é o mais caro ao coração desta. Uma mãe não corre sempre ao mais fraco e mais exposto? Um médico, nu, hospital, não tem mais atenção para os mais doentes? O coração de Maria é tão terno para nós, que o de todas as mães reunidas não passam dum pedaço de gelo ao pé do dela. Vede como a Santíssima Virgem pé boa! O seu grande servo S. Bernardo dizia muitas vezes: Ave, Maria... Um dia essa boa mãe respondeu-lhe: Ave meu filho Bernardo... A Ave-Maria é uma oração que nunca fatiga. Quando se fala dos objetos da terra, do comércio, da política... cansa-se, mas quando se fala da SS. Virgem, é sempre coisa nova. A devoção à Santíssima Virgem é untuosa, doce, nutritiva. Todos os santos têm grande devoção à Santíssima Virgem; nenhuma graça vem do céu sem passar pelas mãos dela. Ninguém entra numa sala sem falar ao porteiro: pois bem! A SS. Virgem é a porteira do céu. Quando se quer oferecer alguma coisa a um grande personagem, faz-se apresentar esse objeto pela que ele prefere, a fim de que a homenagem lhe seja mais agradável. Assim as nossas preces, apresentadas pela Santíssima Virgem, têm merecimento muito maior, porque a Santíssima Virgem é a única criatura que nunca ofendeu a Deus. Só a Santíssima Virgem foi quem cumpriu o primeiro mandamento: Um só Deus adorarás e amarás perfeitamente. Ela o cumpriu integralmente... Tudo o que o Filho pede ao Pai é-lhe concedido. Tudo o que a Mãe pede ao Filho é-lhe igualmente concedido. Quando as nossas mãos tocaram aromas, embalsamam tudo o que tocam: façamos passar as nossas preces pelas mãos da Santíssima Virgem, e ela as embalsamará. Eu penso que no fim do mundo a Santíssima Virgem estará bem tranqüila; mas enquanto durar o mundo, ela será puxada para todos os lados... A Santíssima Virgem é como uma mãe que tem muitos filhos. Está continuamente ocupada em correr de um a outro.
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